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- Inverno 2008 :: Tendencias Inverno 2008
01. Silhueta lápis A saia seca e justinha apareceu bastante, tanto nas saias propriamente dits como em vestidos.
02. Cintura alta Finalmente ela emplacou em calças justas ou pantalonas de alfaiataria.
03. Laços Uma profusão deles em decotes, ombros, costas.
04. Tricôs Leves e fininhos, ou pesados, em pontões largos. Em lã ou algodão.
05. Gola rolê Ela está de volta, principalmente em modelos leves e justinhos, acompanhando saias-lápis ou embaixo de jumpers.
06. Sobreposições Peça sobre peça embaixo de outra peça; sempre um ótimo recurso para um inverno maroto como o nosso.
07. Coletes de inspiração masculina Ainda bastante vistos.
08. Vestes São uma variação do colete: paletós ou jaquetas sem mangas, em geral em uso bastante esportivo.
09. Xadrez Em muitas variações, do p&b ao multicolorido.
10. Cores Nosso inverno vai ter muitas cores (laranjas, rosas, vermelhos, amarelos, verdes) e muitos neutros para quem quiser misturar com os tons vivos (beges, cáquis, musgos e pretos). O cinza apareceu, mas mais discretamente do que nas duas estações anteriores, quando reinou absoluto. |
Posted: 05:26 PM, 30/6/2008 |
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Pretinho Básico - Um clássico do Guarda-Roupa Feminino

Um vestido preto sugere sofisticação, poder e sensualidade. Um verdadeiro curinga no armário das mulheres, ele é tão básico que combina com praticamente tudo, o que lhe permite ser usado durante o dia com tênis, mochila e acessórios coloridos, ou à noite, numa produção mais elaborada.
O surgimento do que hoje chamamos de "pretinho básico" data de 1926, ano em que a revista "Vogue" publicou uma ilustração do vestido criado por Chanel - o primeiro entre vários que a estilista iria criar ao longo de sua carreira.
Antes dos anos 20, as jovens não podiam usar preto e as senhoras o vestiam apenas no período de luto.
A década de 30 começou com a grande depressão, resultado da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, e terminou com a 2ª Grande Guerra. Além de estar fora de moda a ostentação, as mulheres estavam saindo para trabalhar fora de casa. Nesse cenário, as roupas para o dia tornaram-se mais sérias e o vestido preto se mostrou perfeito para a nova mulher que surgia.
Apenas em 1947 o vestido preto se transformou, ano em que o estilista francês Christian Dior lançou o seu New Look, um novo estilo de roupas, com cinturas apertadas e quadris avantajados, valorizando as formas femininas. O uniforme dos anos 50, que se espalhou pelo mundo, era um vestido preto, com golas e luvas brancas, usado com um colar de pérolas, sapatos coloridos e uma estola de pele. Acabou assim, junto com a guerra, o modo simples e econômico de se vestir.
O pretinho tornou-se realmente famoso nos anos 60 e início dos 70. Chique, usado por Jacqueline Kennedy, elegante e feminino no corpo de Audrey Hepburn, no filme "Bonequinha de Luxo", de 1961, cujo figurino foi criado pelo estilista francês Hubert Givenchy, e descontraído, feito de crochê, na pele da atriz Jane Birkin, em 1969.
Após a moda psicodélica da década de 70, a cor voltou para disputar poder com os homens, nos anos 80. Preocupadas com o sucesso profissional, as mulheres precisavam de uma roupa simples e elegante, que fosse a todos os lugares. Mais uma vez, o vestido preto se tornou a melhor opção.
Nos anos 90 ele continuou sendo uma peça básica do guarda-roupa feminino, feito com os mais diversos tecidos, do modelo mais simples ao mais sofisticado, usado em todas as ocasiões e em todos os horários. Por tudo isso o vestido preto se tornou o grande clássico do guarda-roupa feminino, aquele que garante as duas características básicas ao mesmo tempo - simplicidade e elegância.
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Posted: 08:53 PM, 27/6/2008 |
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Grandes Estilistas - Saint Laurent

Saint Laurent
Yves Saint Laurent (1936-) é um dos nomes mais importantes da alta-costura do século 20. São mais de 40 anos de carreira, mais de 70 coleções de alta-costura e uma infinidade de produtos que levam sua marca e são vendidos em toda parte do mundo.
Recentemente, o estilista deixou o mundo da moda. Ele anunciou sua aposentadoria e apresentou seu último desfile em janeiro de 2002 numa retrospectiva de suas criações - um show de elegância e o fim do glamour que a era YSL emprestava à alta-costura.
"A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, eu estou aqui."
Yves Saint Laurent, falando sobre o seu trabalho
"Le Smoking"
Sem dúvida, o smoking feminino, apresentado pela primeira vez em 1966 com uma blusa transparente e uma calça masculina, é a marca de Yves Saint Laurent. Depois disso, o traje passou a desfilar em todas as coleções do estilista.
Entre todas as suas criações, "le smoking", como foi chamado, sinalizava uma mudança na forma como as mulheres se vestiriam dali por diante. A liberdade dada por Chanel agora ganhava poder com o novo traje e tudo o que ele representava - uma nova atitude feminina.
Para a inglesa Suzy Menkes, editora do "International Herald Tribune", o smoking foi transformador: "Hoje as mulheres andam normalmente de terno e calça comprida. Isso parece normal, cotidiano, mas na época a mulher era proibida de entrar num restaurante ou num hotel. O smoking, usado até hoje, foi uma provocação sexual, dirigido à mulher que queria ter um outro papel.
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Posted: 08:41 PM, 27/6/2008 |
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Grandes Estilistas - Christian Dior

Christian Dior
Um homem tímido e aparentemente comum, Christian Dior (1905-1957) transformou a maneira de se vestir após a Segunda Guerra Mundial e criou o estilo dos anos 50. Quando todos previam simplicidade e o conforto, ele propôs o luxo e a feminilidade extrema, copiados por mulheres do mundo inteiro.
A grife Christian Dior sobreviveu ao seu criador e ainda hoje é sinônimo de luxo e sofisticação. Desde 1997, o inglês John Galliano é quem está à frente das criações da marca.
"Nós saímos de uma época de guerra, de uniformes, de mulheres-soldados, de ombros quadrados e estruturas de boxeador. Eu desenho femmes-fleurs, de ombros doces, bustos suaves, cinturas marcadas e saias que explodem em volumes e camadas. Quero construir meus vestidos, moldá-los sobre as curvas do corpo. A própria mulher definirá o contorno e o estilo."
Christian Dior
"New Look"
Em 1947, Christian Dior apresentou sua primeira coleção, batizada de "New Look" pela redatora da revista "Harper's Bazaar" americana, Carmel Snow. Ao contrário da moda prática de Chanel, o "New Look" era, basicamente, composto por saias amplas quase até os tornozelos, cinturas bem marcadas e ombros naturais. Era a volta da mulher feminina e elegante.
O modelo que se tornou o símbolo do "New Look" foi o "tailleur Bar", um casaquinho de seda bege acinturado, ombros naturais e ampla saia preta plissada quase na altura dos tornozelos. Luvas, sapatos de saltos altos e chapéu completavam o figurino impecável. Com essa imagem de glamour, estava definido o padrão dos anos 50.
Em 1997, numa edição comemorativa limitada, a Barbie, boneca mais vendida no mundo, foi vestida com o famoso "tailleur Bar" de Christian Dior.
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Posted: 08:41 PM, 27/6/2008 |
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Grandes Estilistas - Givenchy

Givenchy
A extrema elegância sempre foi a principal marca das criações clássicas de Hubert de Givenchy, um francês reconhecido mundialmente por seu trabalho coerente e requintado.
Givenchy se aposentou em 1995 e não mais participa do mundo da moda. O atual responsável pela criação da marca é o inglês Julien Macdonald, que veio substituir Alexander MacQueen, desde março de 2001.
"Para os que se preocupam com qualidade, o prestígio é a coisa mais importante. Acredito sempre na alta-costura e desejo que ela dure até o fim da minha carreira. Sempre a defendi, com a perfeição que ela implica. Não há duas maneiras de se exercer a profissão. Sucesso não é prestígio. O sucesso é passageiro, o prestígio é outro assunto. Ele persiste depois da gente. É preciso trabalhar para não ter trabalhado em vão."
Givenchy
"Bonequinha de Luxo"
A atriz Audrey Hepburn (1929-93) traduzia o ideal de elegância e glamour que Givenchy queria para suas roupas. Era a mulher perfeita para vestir suas criações, sempre impecavelmente bem proporcionadas.
"Eu trabalho mais sobre modelos vivos que com manequins de madeira. Os manequins vivos são fonte de inspiração. Audrey Hepburn encarnou, para mim, um ideal feminino, por suas proporções e também por sua imagem."
O guarda-roupa criado por ele, que vestiu Hepburn, para o filme "Bonequinha de Luxo", de 1961, se tornou exemplo de sofisticação clássica, com seus vestidos pretos e formas limpas.
Em 1998, numa edição comemorativa limitada, a Barbie, boneca mais vendida no mundo, foi vestida com o famoso vestido preto longo do filme "Bonequinha de Luxo".
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Posted: 08:14 PM, 27/6/2008 |
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Grandes Estilistas - Balenciaga

Balenciaga
O purista e classicista Balenciaga era um homem discreto, exigente e de uma elegância refinada. Era um dos poucos estilistas que sabia cortar e costurar com perfeição.
Chanel uma vez disse que "só Balenciaga é um verdadeiro costureiro. Só ele é capaz de cortar bem um tecido, de montá-lo e costurá-lo à mão."
"Não acrescente detalhes inúteis a um vestido. Não coloque uma flor simplesmente porque você tem vontade de fazê-lo, mas para indicar o centro da cintura, o ponto final de um desenho."
Balenciaga
O arquiteto da costura
Considerado o grande mestre da alta-costura, o espanhol Cristóbal Balenciaga era uma espécie de arquiteto da costura. A base de sua arte estava na solidez de suas linhas clássicas. Ele acreditava na continuidade do seu trabalho através da temporalidade da moda.
O "belo Balenciaga", como também era chamado, criou várias silhuetas para a mulher, brincando com as proporções e as cores, sempre com resultados surpreendentes.
Desde 1997, o francês Nicolas Ghesquière está à frente da criação da marca, que foi comprada pela poderosa Gucci em julho de 2001.
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Posted: 08:13 PM, 27/6/2008 |
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Grandes Estilistas - Chanel

Chanel
Com estilo e elegância, Gabrielle "Coco" Chanel revolucionou a década de 20, libertando a mulher dos trajes desconfortáveis e rígidos do final do século 19. Um verdadeiro mito, Chanel reproduziu sua própria imagem, a mulher do século 20, independente, bem-sucedida, com personalidade e estilo.
O estilista alemão Karl Lagerfeld é, desde 1983, o diretor de criação da marca Chanel, tanto para a linha de alta-costura quanto para a de prêt-à-porter. O estilo clássico criado por mademoiselle, revitalizado por Lagerfeld, atravessou o século 20 e se tornou atemporal.
"Eu criei um estilo para um mundo inteiro.
Vê-se em todas as lojas "estilo Chanel". Não há nada que se assemelhe. Sou escrava do meu estilo. Um estilo não sai da moda; Chanel não sai da moda."
Coco Chanel
Símbolo de status
A bolsa com alças de corrente dourada, o colar de pérolas, o tailleur e o vestido preto são os símbolos de elegância e status que marcaram para sempre a história da moda. Mas foi o seu perfume, o Chanel nº 5 - tido como o mais vendido no mundo -, que a tornou milionária.
O perfume foi criado em 1921 por Ernest Beaux a pedido de Gabrielle Chanel, que sugeriu: "Um perfume de mulher com cheiro de mulher". Dentro de um frasco art déco - que foi incorporado à coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York em 1959 -, o Chanel nº 5 foi o primeiro perfume sintético a levar o nome de um estilista.
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Posted: 07:55 PM, 27/6/2008 |
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